Ou mais propriamente ser mãe de um adolescente.
Gosta tanto dele! É que gosto mesmo.
Em primeiro lugar, tenho dúvidas. Tantas, tantas dúvidas que nem sei que fazer com elas.
Ele nunca quer vir comigo. E o que é mais certo? Deixá-lo ficar lá por casa ou obrigá-lo? Vou alternando. Temos regras (que ele questiona). Vamos indo caso a caso. Às vezes erro, às vezes acerto. na maior parte das vezes não faço a mínima ideia se agi certo ou errado.
O mesmo para as respostas tortas.
Fico contente com as coisas maravilhosas que ele tem - o sentido de responsabilidade, a pontualidade, o cuidado com o dinheiro. Alguma coisa fiz bem.
Fico abismada com a ligação ao tlm. Mas que raio se passa aqui?!?
E, sobretudo, fico estonteada com a velocidade a que tudo acontece. É uma montanha russa.
De resto, prognósticos só no fim do jogo.
Esta viagem que é a vida prossegue sempre.... diz-se que o caminho faz o viajante.....
quinta-feira, 9 de abril de 2015
quarta-feira, 8 de abril de 2015
HAPPY!!!!
Absolutely....Happy, so exited I cannot work: Maybe I found a solution, maybe I'll finally have a house in Lisbon!
HAPPY!!!!
HAPPY!!!!
terça-feira, 7 de abril de 2015
Ser mãe.....
....e estar cansada e esgotada e não ter apoio quase nenhum é....do caraças!
Ser mãe da minha filhota de quatro anos nesta condição é-me difícil, quase todos os dias perco as estribeiras! É o choro, o choro, o choro....
Ohhhh, valha-me Deus! Eu não consigo lidar com isto e depois fico carregadinha de culpa e ela....bem disposta....(ao menos isso!)
Acho que se eu tivesse apoio, nutrição emocional, amor de alguma espécie além destes filhotes, a coisa seria mais fácil. Mas terá que se ir fazendo assim.
Ser mãe da minha filhota de quatro anos nesta condição é-me difícil, quase todos os dias perco as estribeiras! É o choro, o choro, o choro....
Ohhhh, valha-me Deus! Eu não consigo lidar com isto e depois fico carregadinha de culpa e ela....bem disposta....(ao menos isso!)
Acho que se eu tivesse apoio, nutrição emocional, amor de alguma espécie além destes filhotes, a coisa seria mais fácil. Mas terá que se ir fazendo assim.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Um dia outra vez, talvez...
Vou sentir umas mãos que tremem na minha anca. A respiração, os suspiros.
Tenho saudades, umas saudades danadas de um sexo bom, sem reflexões, sem pensamentos, sem dúvidas, sem medos.
Sim, P., sexo contigo antes desta m. deste Tantra do demónio ter invadido a nossa cama! Como é que fostes deixar isto acontecer connosco?
Tenho saudades, umas saudades danadas de um sexo bom, sem reflexões, sem pensamentos, sem dúvidas, sem medos.
Sim, P., sexo contigo antes desta m. deste Tantra do demónio ter invadido a nossa cama! Como é que fostes deixar isto acontecer connosco?
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Hope
Escrevo muito em inglês, gosto da língua, é fácil utilizá-la e ajuda a expressar emoções difíceis, que em português ficam pesadas.
Hope é assim como o início da esperança, um raio de luz na alvorada, mas ainda não o amanhecer. E é assim que me sinto hoje. Para já, comecei a minha tese (a passar as ideias para o ficheiro) e estou muito grata pelo meu trabalho, pelos meus colegas. É bom trabalhar num sítio onde me deixam pensar, me dão tempo para refletir e ainda me agradecem (às vezes).
Fora da estrada é também isto - tirar o foco do que julgavamos ser o nosso caminho para percorrer outros caminhos.
E amanhã vou ao cinema com a Sara - vamos ver, está claro! a Cinderela....
All the best!
Hope é assim como o início da esperança, um raio de luz na alvorada, mas ainda não o amanhecer. E é assim que me sinto hoje. Para já, comecei a minha tese (a passar as ideias para o ficheiro) e estou muito grata pelo meu trabalho, pelos meus colegas. É bom trabalhar num sítio onde me deixam pensar, me dão tempo para refletir e ainda me agradecem (às vezes).
Fora da estrada é também isto - tirar o foco do que julgavamos ser o nosso caminho para percorrer outros caminhos.
E amanhã vou ao cinema com a Sara - vamos ver, está claro! a Cinderela....
All the best!
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Sair da estrada
Sim, não era nada disto que eu tinha planeado.
Não queria estar aos 43 anos com 2 filhos e sozinha, tão sozinha, que é como se já me tivesse divorciado 2 vezes ou um milhão delas.
Eu casei na igreja, de vestido branco, com o véu da minha mãe. Chorei. Choramos todos. Acabou.
Depois não casei. É pena, porque se perdeu a festa, mas ainda bem porque ficou mais barato e agora é mais fácil. Mas é igual, é dolorido, é tão mau, tão fora da estrada, que agora só pode melhorar.
Mas ontem percebi, quando me arrastava com a Sara, os sacos do Pingo Doce e um cansaço nos pés que nem podia, enquanto o meu "companheiro" trocava massagens sensoriais com outra ou outras. Ontem, percebi que eu não me vou separar. Eu já ando a viver separada há demasiado tempo.....
E fiquei triste, tão triste que a miuda de 4 anos perguntou porquê.
Se não dá pela estrada, então vamos pela terra batida, que se subam montes e se galguem encostas, mas não posso, não posso mesmo, ficar aqui sozinha na beira da estrada com as maõs cheias de sacos de compras.
Não queria estar aos 43 anos com 2 filhos e sozinha, tão sozinha, que é como se já me tivesse divorciado 2 vezes ou um milhão delas.
Eu casei na igreja, de vestido branco, com o véu da minha mãe. Chorei. Choramos todos. Acabou.
Depois não casei. É pena, porque se perdeu a festa, mas ainda bem porque ficou mais barato e agora é mais fácil. Mas é igual, é dolorido, é tão mau, tão fora da estrada, que agora só pode melhorar.
Mas ontem percebi, quando me arrastava com a Sara, os sacos do Pingo Doce e um cansaço nos pés que nem podia, enquanto o meu "companheiro" trocava massagens sensoriais com outra ou outras. Ontem, percebi que eu não me vou separar. Eu já ando a viver separada há demasiado tempo.....
E fiquei triste, tão triste que a miuda de 4 anos perguntou porquê.
Se não dá pela estrada, então vamos pela terra batida, que se subam montes e se galguem encostas, mas não posso, não posso mesmo, ficar aqui sozinha na beira da estrada com as maõs cheias de sacos de compras.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Too short
Por estes dias anda tudo pequeno.
Não é mau, até me parece bom. Mas é um bocadinho cansativo.
Curtas estão as roupas da minha Sara - as camisolas, as calças, os pijamas. Cresceu e é isso. Mas foi tão de repente que o meu bebé se transformou nesta menina que eu nem consigo respirar. Já consegue dizer o que quer e não quer, (quase) tirou as fraldas, veste-se quase sozinha e.....e eu tenho saudades de a apertar junto a mim tão pequenina.
Curtas estão as roupas do meu filho Diogo de 13 anos que hoje, ao despedir-se de mim de manhã me disse:
- Isto é violência, não queria dar-te este beijo. Bom! Digamos que sabe o que é violência, mas ainda foi ontem que me dava a mão para passar a rua e agora está mais alto que eu.
Curta sou eu para amar todos nesta família. Um de cada vez. Todos. E para me cuidar também.
Curta está a conta bancária que anda cada vez mais indomável.
Curto está o tempo que não estica.
Mas há o amor, ainda o amor, sempre o amor. Apenas o amor. E, como diz Helena Sacadura Cabral, é o amor que nos move. E nos estica até que o curto se torne bastante.
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