quarta-feira, 8 de abril de 2015

HAPPY!!!!

Absolutely....Happy, so exited I cannot work: Maybe I found a solution, maybe I'll finally have a house in Lisbon!

HAPPY!!!!

terça-feira, 7 de abril de 2015

Ser mãe.....

....e estar cansada e esgotada e não ter apoio quase nenhum é....do caraças!

Ser mãe da minha filhota de quatro anos nesta condição é-me difícil, quase todos os dias perco as estribeiras! É o choro, o choro, o choro....

Ohhhh, valha-me Deus! Eu não consigo lidar com isto e depois fico carregadinha de culpa e ela....bem disposta....(ao menos isso!)

Acho que se eu tivesse apoio, nutrição emocional, amor de alguma espécie além destes filhotes, a coisa seria mais fácil. Mas terá que se ir fazendo assim.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Um dia outra vez, talvez...

Vou sentir umas mãos que tremem na minha anca. A respiração, os suspiros.

Tenho saudades, umas saudades danadas de um sexo bom, sem reflexões, sem pensamentos, sem dúvidas, sem medos.

Sim, P., sexo contigo antes desta m. deste Tantra do demónio ter invadido a nossa cama! Como é que fostes deixar isto acontecer connosco?

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Hope

Escrevo muito em inglês, gosto da língua, é fácil utilizá-la e ajuda a expressar emoções difíceis, que em português ficam pesadas.

Hope é assim como o início da esperança, um raio de luz na alvorada, mas ainda não o amanhecer. E é assim que me sinto hoje. Para já, comecei a minha tese (a passar as ideias para o ficheiro) e estou muito grata pelo meu trabalho, pelos meus colegas. É bom trabalhar num sítio onde me deixam pensar, me dão tempo para refletir e ainda me agradecem (às vezes).

Fora da estrada é também isto - tirar o foco do que julgavamos ser o nosso caminho para percorrer outros caminhos.

E amanhã vou ao cinema com a Sara - vamos ver, está claro! a Cinderela....

All the best!

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Sair da estrada

Sim, não era nada disto que eu tinha planeado.
Não queria estar aos 43 anos com 2 filhos e sozinha, tão sozinha, que é como se já me tivesse divorciado 2 vezes ou um milhão delas.
Eu casei na igreja, de vestido branco, com o véu da minha mãe. Chorei. Choramos todos. Acabou.
Depois não casei. É pena, porque se perdeu a festa, mas ainda bem porque ficou mais barato e agora é mais fácil. Mas é igual, é dolorido, é tão mau, tão fora da estrada, que agora só pode melhorar.

Mas ontem percebi, quando me arrastava com a Sara, os sacos do Pingo Doce e um cansaço nos pés que nem podia, enquanto o meu "companheiro" trocava massagens sensoriais com outra ou outras. Ontem, percebi que eu não me vou separar. Eu já ando a viver separada há demasiado tempo.....

E fiquei triste, tão triste que a miuda de 4 anos perguntou porquê.

Se não dá pela estrada, então vamos pela terra batida, que se subam montes e se galguem encostas, mas não posso, não posso mesmo, ficar aqui sozinha na beira da estrada com as maõs cheias de sacos de compras.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Too short

Por estes dias anda tudo pequeno. 

Não é mau, até me parece bom. Mas é um bocadinho cansativo.

Curtas estão as roupas da minha Sara - as camisolas, as calças, os pijamas. Cresceu e é isso. Mas foi tão de repente que o meu bebé se transformou nesta menina que eu nem consigo respirar. Já consegue dizer o que quer e não quer, (quase) tirou as fraldas, veste-se quase sozinha e.....e eu tenho saudades de a apertar junto a mim tão pequenina.

Curtas estão as roupas do meu filho Diogo de 13 anos que hoje, ao despedir-se de mim de manhã me disse:
- Isto é violência, não queria dar-te este beijo. Bom! Digamos que sabe o que é violência, mas ainda foi ontem que me dava a mão para passar a rua e agora está mais alto que eu.

Curta sou eu para amar todos nesta família. Um de cada vez. Todos. E para me cuidar também.

Curta está a conta bancária que anda cada vez mais indomável.

Curto está o tempo que não estica.

Mas há o amor, ainda o amor, sempre o amor. Apenas o amor. E, como diz Helena Sacadura Cabral, é o amor que nos move. E nos estica até que o curto se torne bastante.

quarta-feira, 6 de março de 2013

O amor que guardamos

e não entregamos, perde-se?

Há uma amiga de trabalho que conheço faz 20 anos, nunca fomos muito íntimas, demos as nossas turras porque na verdade somos parecidas.

É uma das pessoas mais inteligentes que conheço, previu o pedido de ajuda internacional muito antes de tal me passar pela cabeça. É, também, muito negativa, por vezes, depressiva.

E hoje, quando a vi afastar-se reparei que está curvada e anda curvada e não sei, quase chorei ao ver como está envelhecida e sem esperança.

Quis tanto correr e dar-lhe um abraço. E não dei.