ando um bocado surpreendida com um padrão que descobri recentemente - algumas pessoas sonham com o momento em que abandonam o exercício de algo que fazem muito bem. o que visto de fora parece um dom e é sentido como um fardo pelo próprio. talvez um padrão de repetição que se torne custoso....
refletindo melhor, esta infelicidade (às vezes parece desespero) pode ser uma possibilidade de transformação, um alargar de horizontes e possibilidades. talvez haja outra coisa que façam ainda melhor ou talvez precisem apenas de descansar. dar lugar a outros.
tanta especulação!!!!
o ser humano é infinito. poderoso, infinito e supreendente. e a viagem é fascinante, embora por vezes perturbadora.
Esta viagem que é a vida prossegue sempre.... diz-se que o caminho faz o viajante.....
segunda-feira, 18 de junho de 2012
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Should I stay ou should I go?
Ficar o fds em casa, fazer as coisas do costume. O que não é mau.
Ou lançar-me à aventura, conhecer gente nova, arrastar os meus 2 putos nesta viagem?
Estou à espera de um sinal do universo. UNIVERSO! Que hei-de fazer?
Nada. Nadinha. O UNIVERSO está off-line......?
Ou lançar-me à aventura, conhecer gente nova, arrastar os meus 2 putos nesta viagem?
Estou à espera de um sinal do universo. UNIVERSO! Que hei-de fazer?
Nada. Nadinha. O UNIVERSO está off-line......?
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Prazer...
É ficar a trabalhar até tarde no escritório sossegado e com a música por companhia.
A sério? A sério.
Se não tivesse 2 filhotes &Cª fazia isto todos os dias. E chegava tarde. E fazia horas de almoço decentes.
Agora vou a correr para casa...
A sério? A sério.
Se não tivesse 2 filhotes &Cª fazia isto todos os dias. E chegava tarde. E fazia horas de almoço decentes.
Agora vou a correr para casa...
Eu sei.....
....mas
por mais que eu já soubesse que esta bolha de consumo e dívida ia rebentar. Por mais que eu andasse há 10 anos a dizer que ia ser assim. Dói-me. Custa-me.
andar a correr atrás do metro, que encolheu subitamente.
ver a segurança social cheia.
ver o desespero e a apatia nas pessoas.
pressentir as dificuldades e a fome nesta sociedade de abundância material aparente.
- Mãe, a internet é espectacular!- dizia-me o meu filho ontem.
- É verdade, Diogo, mas já refletiste que mesmo assim ainda há gente aqui ao lado a passar fome?
- Sim, mãe, mas eu estou a falar on-line com um miúdo brasileiro!
- Pois....
Pois.
por mais que eu já soubesse que esta bolha de consumo e dívida ia rebentar. Por mais que eu andasse há 10 anos a dizer que ia ser assim. Dói-me. Custa-me.
andar a correr atrás do metro, que encolheu subitamente.
ver a segurança social cheia.
ver o desespero e a apatia nas pessoas.
pressentir as dificuldades e a fome nesta sociedade de abundância material aparente.
- Mãe, a internet é espectacular!- dizia-me o meu filho ontem.
- É verdade, Diogo, mas já refletiste que mesmo assim ainda há gente aqui ao lado a passar fome?
- Sim, mãe, mas eu estou a falar on-line com um miúdo brasileiro!
- Pois....
Pois.
terça-feira, 12 de junho de 2012
há dias assim....
e há vidas assim....
as marcas das "coisas" ficam. ficam por mais que a gente dance, por mais que se estude, por mais que se ande. em círculos, parece-me....
e quando reflicto, vejo duas paisagens diferentes.
quando olho a primeira, compreendo que percorro caminhos viciados pela experiência passada - pequenas coisas hoje sugam-me por vezes para lugares perdidos no passado. momentos. dores sem fim que pensava há muito esquecidas. reações automáticas. medo. medo. medo. incrustado em mim, a condicionar-me.
e vejo também a minha força imensa. a resistência. o poder que acredito que existe em cada ser humano (e em mim). e penso muitas vezes que o medo e a dor são limites a esse poder. são marcas da minha humanidade. vejo isso em mim. no meu marido. em alguns dos meus amigos.
talvez seja bom que existam esses limites, sem eles poderia vir um bem infinito ou um mal infinito.
e assim vamos mancos, em círculos. perdidos. incoerentes. sozinhos, tão sozinhos.
assim me vejo hoje.
as marcas das "coisas" ficam. ficam por mais que a gente dance, por mais que se estude, por mais que se ande. em círculos, parece-me....
e quando reflicto, vejo duas paisagens diferentes.
quando olho a primeira, compreendo que percorro caminhos viciados pela experiência passada - pequenas coisas hoje sugam-me por vezes para lugares perdidos no passado. momentos. dores sem fim que pensava há muito esquecidas. reações automáticas. medo. medo. medo. incrustado em mim, a condicionar-me.
e vejo também a minha força imensa. a resistência. o poder que acredito que existe em cada ser humano (e em mim). e penso muitas vezes que o medo e a dor são limites a esse poder. são marcas da minha humanidade. vejo isso em mim. no meu marido. em alguns dos meus amigos.
talvez seja bom que existam esses limites, sem eles poderia vir um bem infinito ou um mal infinito.
e assim vamos mancos, em círculos. perdidos. incoerentes. sozinhos, tão sozinhos.
assim me vejo hoje.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Little turtle goes to school....
Mais boas notícias!
A minha princesa pequenina foi aceite na "Tartaruga e a Lebre", uma creche de que gostamos muito e onde não havia vaga.
Assim, na 2ª quinzena de Setembro, a Sarita vai para a escola. Mais um processo para desvendar lá em casa. Mas tenho um bom pressentimento acerca desta mudança....
Acho mesmo que o lugar das crianças é na escolinha....
A minha princesa pequenina foi aceite na "Tartaruga e a Lebre", uma creche de que gostamos muito e onde não havia vaga.
Assim, na 2ª quinzena de Setembro, a Sarita vai para a escola. Mais um processo para desvendar lá em casa. Mas tenho um bom pressentimento acerca desta mudança....
Acho mesmo que o lugar das crianças é na escolinha....
terça-feira, 5 de junho de 2012
estou feliz!
ora se esta não é a melhor coisa que uma mãe insegura pode ouvir logo de manhã de um filho de 12 anos!
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